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Mongólia acelera a governança com perspectiva de gênero: Conselho da Função Pública e Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática adotam o Selo de Igualdade de Gênero do PNUD

O Conselho da Função Pública da Mongólia lança o Selo de Igualdade de Gênero para Instituições Públicas, marcando um passo decisivo rumo a uma administração pública inclusiva e responsável.

Duas instituições de destaque assumem compromisso com padrões globais para uma governança sensível ao gênero e ação climática.

A Mongólia está estabelecendo um novo marco para a governança inclusiva. Em dezembro de 2025, o Conselho da Função Pública (CSC) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MECC) lançaram oficialmente o Selo de Igualdade de Gênero para Instituições Públicas. Juntas, essas iniciativas fortalecem a reforma da administração pública e incorporam a igualdade de gênero no centro da governança climática e ambiental — avançando no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 (ODS 5: Igualdade de Gênero) e nos compromissos mais amplos da Mongólia sob a NDC 3.0 (Contribuição Nacionalmente Determinada) e o Plano Nacional de Adaptação (NAP).

No dia 11 de dezembro, o Conselho da Função Pública da Mongólia realizou o lançamento oficial do Selo em sua sede em Ulaanbaatar. O evento reuniu a liderança do CSC, representantes do PNUD e parceiros para marcar um passo transformador rumo à integração da igualdade de gênero no coração da função pública mongol. Com base no sucesso do Departamento Geral de Tributação (GDT), que obteve a certificação Selo Prata no início deste ano, o CSC está ampliando reformas para operacionalizar seu Plano de Ação de Gênero, fortalecer capacidades institucionais e integrar considerações de gênero em toda a administração pública. A implementação incluirá a criação de um Comitê de Igualdade de Gênero, capacitação direcionada e reformas em planejamento, recursos humanos, prestação de serviços e parcerias com a sociedade civil — garantindo que políticas e serviços públicos funcionem para todas as pessoas.

“Espera-se que o programa do Selo de Igualdade de Gênero fortaleça o desempenho institucional do Conselho, atuando como catalisador para uma reforma contínua da função pública.”

Sra. Tsedevsurem L, Presidente do Conselho da Função Pública

Poucos dias depois, em 17 de dezembro, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática realizou a cerimônia de assinatura para adoção do Selo em sua sala de conferências em Ulaanbaatar. O evento contou com a presença do Ministro Batbaatar Bat, altos funcionários, a Representante Residente do PNUD Matilda Dimovska e parceiros como ECCO-FARM, GIZ e o Comitê Nacional de Igualdade de Gênero — reforçando uma forte coalizão para a mudança. O lançamento do MECC coloca a igualdade de gênero no centro da governança climática e ambiental. Ao adotar padrões internacionais de gênero em políticas, programas e serviços, o ministério fortalece a capacidade para mitigação e adaptação climática sensíveis ao gênero, garante acesso equitativo ao financiamento climático e acelera a implementação da Estratégia Nacional de Igualdade de Gênero (2014–2030) e dos compromissos climáticos sob a NDC 3.0 e o Plano Nacional de Adaptação.

“Este é um passo corajoso, claro e responsável para integrar a igualdade de gênero como um novo padrão na política, planejamento, financiamento, recursos humanos e tomada de decisão da nossa organização.”

Ministro Batbaatar Bat, MECC

Lançando as bases para a reforma da administração pública e a igualdade de gênero no centro da governança climática e ambiental

A Mongólia está dando um exemplo poderoso ao incorporar a igualdade de gênero no núcleo da governança climática e ambiental. Com o lançamento das iniciativas do CSC e do MECC, o país fortalece instituições públicas, garante que as considerações de gênero orientem políticas e sistemas e avança na implementação da NDC 3.0 e do Plano Nacional de Adaptação. Essas reformas não apenas enfrentam os impactos climáticos desproporcionais sobre mulheres e famílias pastoris, mas também constroem um setor público mais resiliente, equitativo e responsável.

Esse progresso reflete compromissos globais sob o Plano de Ação de Gênero de Belém e o Programa de Trabalho de Lima sobre Gênero, sinalizando a liderança da Mongólia na ação climática sensível ao gênero. Como anfitriã da COP17 em 2026, a Mongólia terá a oportunidade de apresentar soluções locais lideradas por mulheres rurais e comunidades, juntando-se a um movimento crescente de instituições públicas que utilizam o Selo de Igualdade de Gênero para transformar a governança e promover um desenvolvimento inclusivo. Descubra como o Selo está impulsionando mudanças no mundo — e compartilhe esta história para amplificar o chamado por uma governança sensível ao gênero.

“A igualdade de gênero passa a ser a forma como planejamos, orçamentamos, contratamos, medimos e entregamos resultados no setor ambiental, todos os dias.”

Matilda Dimovska, Representante Residente do PNUD
O Conselho da Função Pública (CSC) da Mongólia lança o programa Gender SEAL para instituições públicas.

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